
Mis Colores

Lo que me tranquiliza las angustias
Es un comprimido de Sertralina.
¿Quien lo va a decir algo?
Si los colores oscuros de Rembrandt
Son lo que mi esencia domina?
El beso del café en la mañana fría
Calienta mis ideas y me despierta para el día
Pero solo después del abrazo de los niños
Que mi corazón tiembla y desatina.
Y así voy por las mañanas
Máscarandome en colores de Van Gogh
Llevando en la mirada Girasoles que marchitan,
Para mí, hay una vida oculta en las Noches Estrelladas
Es una idea profana, sagrada y escondida.
O que esvai

É claro que o tempo passa,
Esvai, escorre, anda, voa, se perde….
Mas o passado se refaz em lembrança
De que eu nunca me ousei lembrar
Nem esquecer
O tempo se mantém na neutralidade.
Esta neutralidade de viver.
O mais simples e mero existir.
Dancing
In the moment between my breath in and my breath out, I like
to hear the silence of my mind; in this brief second I can be myself, freely, fiercely calmly. But sadly, this moment this doesn’t happened often enough to straight me out! So I have to be this dancer in the movement of the echo of myself blended with the world’s rustles.
Madame Bovary
Some times I think, every woman has a touch of her; maybe in despair, maybe in naive, maybe in betrayal, maybe in vanity, maybe in heart emptiness and maybe, just maybe.
She is a seducer. Unhappily, perspicacious, dreamer. From being a good wife, to a mundane.
there is a laps of a moment that everything just turned around. And her life transformed into something else. She is entirely selfish, no doubt of that – but aren’t we all, somehow, but our lives don’t slip way from our finger, do they?
She had had some impact over me. I didn’t like the book at all. Heavy literature. Heavy descriptions. However, Flaubert was precise in show the nature of this woman. And the consequences of her actions.
I can not stop think about the daughter, who had had everything and all the sudden, had to work in the cotton fields…. What a sad end!
Palavras e Borboletas

Borboletas são como palavras: saem por aí bisbilhotando as flores mais lindas e logo distribuem a essência de beleza, magia e encanto. Conta a lenda que elas eram pétalas de uma linda flor e um dia se apaixonou perdidamente pelo vento. Ora, mais nem sempre o vento passava por ali. E a cada manhã quando se despertava com o ar parado, suas lágrimas de orvalho escorriam pelas folhagens. Certo dia, logo depois que o Sol nasceu e viu seu sofrimento, se apiedou dela, lançando, assim, um raio mágico em que ela ganhou vida e pode valsar com vento. E desde então, elas, as borboletas, podem encantar aos apaixonados com apenas um arrebate de alas. Sim! Borboletas são seres curiosos, mágicos, belos, encantados e apaixonantes. Precisamente como a poesia, o conto e histórias que estarão aqui.
Fogo e essência
Sobre Amsterdam
Este cenário não tem nada de simples!
Tem cheiro de história, isso sim, mas tem outras nuances e acentos que a fazem distinta dos outros lugares em que morei.
Não tenho pressa e não me sinto acantonada ou com vergonha de mim mesma. Aqui sei que, mesmo que as pessoas não julguem, elas analisam. Tornando assim o ar bastante respirável – como se tirasse a corda do pescoço do enforcado.
A fome de cultura é substituída pela calma madura do momento preciso. A possibilidade de visitar museus um sem números de vezes e poder apreciar o que quer que eu goste, é um deleite raro e em si mesmo um grande prazer.






