O Pranto murmura ao Silêncio
Com seu doce infinito sopro profundo
O Silêncio escuta e depois afirmando
Que o Pranto é solidão no seu próprio mundo
Este Pranto esquecido, apaixonado, vai se calando
Por um Coração sem medo, corajoso e absurdo
Vai achando que o Pranto na verdade está rindo
Ele ri da verdade gargalha de tudo
Sobre aquilo que é real, exposto e lindo.

E o silêncio outra vez, fica mudo

 

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Rembrandt – Philosopher Meditation leyenda

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